Espírito da madrugada, que caminhas sem meias,
Andas tão perto das minhas veias.
Que elas quase explodem,
Quando em êxtase se acodem.
Intensa dor, que não sinto.
Naquilo que repito,
Sem nunca ter sabido.
A música silenciosa,
Espera pouco nervosa,
Pela loucura esplendorosa,
Que é sempre teimosa.
Um reflexo dos actos,
Que sem sapatos,
É um vagabundo misturado,
Pela sociedade enrugado.
São anos sem dias,
Naquilo que parias,
Sem nunca mentirias,
Pelos grãos de areias.
Na praia coberta,
Pela espuma densa,
Vive o artista,
Que não é mais que impressionista.
Na voz doadora,
Vive a misturadora,
Da verdade que magoa.
Sou eu no eu,
Que temeu,
A vida que lhe alguém lhe deu.
terça-feira, 17 de abril de 2012
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