Mostrar mensagens com a etiqueta Anime. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anime. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Blame, o Filme.

Blame (2017) é um filme anime de Hiroyuki Seshita. Depois de ter tido uma série manga, a Netflix produziu o filme animado e através da sua plataforma estreou-o.

O realizador em causa é responsável por outros filmes do género, que podem ser encontrados na plataforma de streaming.

A anime ganha especial destaque pelo ambiente apocalíptico que nos é mostrado e a falta de luz, realçada com cenários embutidos em tons frios e negros.

Eu não tive a oportunidade de ver a série manga. Porém, parece-me que este anime é suficiente para cativar possíveis fãs, tal como me aconteceu a mim.

O enredo leva-nos, uma vez mais, para um mundo futuro, onde as máquinas já quase conseguiram dizimar a humanidade. Contudo, neste anime em especial as máquinas não se revoltaram contra a humanidade como se esta fosse um parasita.

Pelo contrário, as máquinas foram afetadas por uma infecção que as levou a considerar a humanidade como uma presa que tinha que ser extinta. As máquinas, fruto de um sistema neuronal quântico apenas continuaram a fazer aquilo para que foram concebidas. Isto é, a expandir as estruturas de uma cidade, tornando-a assim numa super mega estrutura de tamanho titânica.

Sendo que não encontro as palavras certas para revisar o filme, decidi apenas deixar uns frames da anime de forma a salientar a sua excepcional qualidade.









quinta-feira, 23 de março de 2017

Attack on TItan

Attack on Titan (Shingeki no Kyojin) (2009) é uma série de manga criada e ilustrada por Hajime Isayama. Posteriormente deu origem a uma série de televisão de animação realizado por Tetsuro Araki (Death Note). Conta neste momento com duas temporadas, sendo que a segunda estreou em 2017. 

O meu interesse começou há uns tempos depois de visto um filme adaptado da série. Depois uma leituras na imprensa da especialidade até à vontade de ver as duas temporadas. Coisa que acabei de fazer recentemente. 

De um modo geral a anime é muito boa, com uma narrativa interessante e uma forma de storytelling muito na senda de um triller onde ao final da segunda temporada ainda há muitas dúvidas por desvendar. 



Todo o universo criado passa-se no futuro onde a humanidade tem que combater com uns seres que chamam de Titãs. A origem destes é um mistério para toda a raça humana que agora tem que viver por detrás de muros bem altos para manter aqueles monstros do lado de fora. 
A tecnologia que existe na altura não é muito avançada, então os soldados que combatem os gigantes usam um dispositivo de cabos 3D que lhes permitem "voar" e acertar golpes decisivos nos monstros.




Resumindo, esta série de anime alcançou um sucesso mundial, principalmente nos E.U.A e embora apenas esteja ainda na segunda temporada, prevejo ainda muito sucesso pela frente.

Além do desenho com um traço original. Temos uma série que sabe focar bem a emoção humana, construindo para isso em quase todos os episódios empatia entre as personagens principais e secundárias. 

Mas mesmo aquelas segundas, conseguem ter um papel de destaque. Isto é, há alguns episódios em que percebemos que os criadores na série querem passar um sentimento de humanidade na luta pela sua sobrevivência. Nem que para isso as pessoas que se uniram em combate tenham que morrer. 
A forma como essas mortes acontecem é que fazem a experiência de empatia crescer entre espetador e personagem. Porque normalmente as mortes acontecem em grandes batalhas entre os Titãs e os humanos. Este é um dos aspetos mais positivos a tirar destas duas primeiras temporadas. Contudo existem outras, mas não quero expôr tudo aqui.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

AKIRA e a experiência artística.

Depois de ontem ter dito que tinha acabado de ler o livro de Leon Tolstói What is Art?  
Aconteceu de eu rever um dos meus filmes de animação anime de sempre AKIRA  (1988) de Katsuhiro Ôtomo.
Um filme que aborda questões filosóficas que se reúnem numa só ideia. Do caos podem nascer coisas belas.
E é assim que devemos pensar sobre tudo que admirámos e apreciámos.
Por isso, acontece que depois do livro e com as suas ideias na minha mente tive um experimento sensorial em que posso dizer que o objeto, a animação, que admirei é arte.
Assim houveram duas coisas que eu quis que ficassem desta minha experiência individual artística que eu quero tornar social.
Em primeiro lugar,: uma citação do livro de Tolstói que considero que vai em muito ao encontro do senti no filme. Pois como disse:
- do caos pode vir coisas belas e essa é a mensagem...
O que vi e senti foi uma infecção de prazer apenas conseguida por deus. Neste caso é uma teoria de estudioso da estética que tem uma teoria que eu considero que se enquadra no filme.
"According to Hegel (1770-1831), God manifests himself in nature and in art in the form of beauty. God expresses himself in two ways: in the object and in the subject, in nature and in spirit. Beauty is the shining of the Idea through matter. Only the soul, and what pertains to it, is truly beautiful; and therefore the beauty of nature is only the reflection of the natural beauty of the spirit—the beautiful has only a spiritual content. But the spiritual must appear in sensuous form. The sensuous manifestation of spirit is only appearance ( schein ), and this appearance is the only reality of the beautiful. Art is thus the production of this appearance of the Idea, and is a means, together with religion and philosophy, of bringing to consciousness and of expressing the deepest problems of humanity and the highest truths of the spirit." 

E, em segundo, enquanto via o filme, deparei por mim a pensar que toda a matéria de belo do filme se resumia às sua imagens - que claro sem o som não têm o mesmo impacto - mas são o produto bonito nascido das ideias.
Assim, o que me interessou ficar na mente, e nest post. foi o objetos de arte que me impressionaram:as imagens do filme.
Fica uma coletânea.
Temos um mundo apocalíptico que conhecemos num período depois da WWIII.
O mundano e desumano é permitido nas ruas.  O imperialismo, capitalismo e corrupção ocupa - uma vez mais - o lugar de poder. Na história é sempre a espiral do eterno retorno...
Mas temos uma consequência do abuso desse poder, a criação de coisas que não percebemos e com isso talvez seja precisa um renascimento. Existem pontas soltas, mas a resposta nunca a vou querer saber!














Reaprender

 Nunca é fácil quando conhecemos uma pessoa. Principalmente se por essa pessoa começarmos a sentir sentimentos.  É uma roda viva de emoções ...