Sempre existiram vozes que que servem para alertar para os problemas da humanidade e não ficam calados quando se atenta contra a dignidade humana. Não deixa de ser assustador as palavras da ex-ministra da Saúde da Finlândia Rauni Kilde, mas a pergunta que me coloco no final de ver vídeo é se na realidade pode ser possível conceber uma coisa tão monstruosa como a que ela fala.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
BBQ commercial for Lexus Hybrid Drive
Este anúncio não é belo pela marca que está a publicitar. É sim um fragmento audiovisual com uma estrutura narrativa que me fascinou. As cores, a música, os efeitos, a mensagem, a divagação que cria na interpretação de um momento que nos leva a compreender a importância de preservar a natureza (que tem a aura da beleza natural), e conciliar a nossas necessidades humanas.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Vê a Realidade
Vê a realidade...
Ela parte de dentro e nasce por fora do teu corpo.
És algo que numa parte não é mais que aquilo que pertence.
Queres fazer o quê?
Viver segundo normas?
Segundo um ideal que nunca existiu, ou talvez exista na realidade alternativa.
Aquele mndo que não vês mas os outros veêm.
Aquele mundo que não te pertence mas tu dependes dele.
É a natureza..
Algo determinado, natural que a inteligência não aceita..
Mas o que é inteligência?
Viver segundo a sociedade, ou viver fora dela?.
Foda-se...
Quem manda afinal é o teu pensamento ou o pensamento do outro?
Qual é a realidade?
A tua ou dos outros?
Como vives?
Segundo os teus pensamentos ou dos outros?
Sei que já deste por ela, mas revoltas-te?
Fazes algo para mudar?
Simplesmente acomodas-te?
Vês o edificio crescer mas tu descreces...
Tornas-te infantil..
Vais sofrer...A realidade é algo real, o problema és tu saber se isso realmente existe....
Crês na força da tua inteligência, mas ela pode tornar-se algo macabro... que te faça sofrer a ti e aos outros.
Vivemos tempos de mudança...
O clima muda...
Na escola isto vai ser ensinado...
Mas como vai ser ensinado...
As crianças vão aprender o mundo que existe ou o mundo que existiu?
Vão ver apenas em imagens o que outrora foi um mundo ideal, que de perfeito não tinha nada?
Vão tornar-se anjos. Que segundo a igreja salvam algo, menos eles próprios?
Vive a realidade, o amor não faz parte dela...
A realidade é tudo menos tu...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Perco Tempo Neste Mundo
Perco tempo neste mundo, onde as palavras apenas transparecem
Olho-te nos olhos e vejo a tua alma.
Ela mente nas palavras, mas elas apenas são palavras.
O seu conteúdo é algo mais inalcançável.
Vivo todos os dias, na esperança que que esse seja o dia.
Que a batalha termine, e a minha vitória seja alcançada.
Mas os dias passam, e longe vejo o destino.
Ele manisfesta-se sempre nas palavras que explicam o que os olhos veêm.
Simplesmente as pessoas explicam, por palavras.
Mas quem explica os pensamentos. As Palavras?
Raio de pensamento, onde apenas palavras são tuas.
Falas mais, tens que tapar os ouvidos.
Olhas para cima e vês apenas as estrelas.
São palavras...
Dor de corpo, onde tudo tem um significado.
Mas dias não são dias.
Entendes tudo à primeira, falhas na segunda, e talvez na terceira.
Mas pelas palavras tens entendimento, onde apenas a racionalidade não mente.
Quando queres mandar, eles mandam por ti.
Os sentimentos também são palavras.
São uma forma de exprimir os pensamentos, mas não deixam de ser palavras
Palavras para quê?
sábado, 5 de setembro de 2009
Boas Ideias...
Quando pensamos, o que ocorre no nosso cérebro? É a interrogação que começo este meu texto. Talvez seja uma pergunta demasiado filosófica, mas penso que seja um bom pensamento…
De alguma forma as ideias surgem, seja por uma via mecânica ou seja física. São as ideias que nos guiam na realidade. São elas que nos dão a orientação e percepção dessa mesma. São elas que conseguem que nós consigamos inter-accionar com as outras pessoas. São elas que nos permitem ler. São elas que nos permitem falar. São elas que nos permitem ter uma linguagem.
De outro ponto de vista, as ideias são uma matéria da alma que nos atraiçoa. Por um lado, elas permitem todas aquelas faculdades que referenciei anteriormente, mas por outro desenquadra-nos, isto é, as nossas ideias são aquilo que de mais particular temos na sociedade composta por diferentes grupos, mas também são elas que nos afastam da sociedade e dos grupos que a constituem.
Vejamos, as ideologias religiosas, políticas, estilos de vida, pertença a diferentes grupos sociais, namorar e comprar um carro de determinada marca são acções que partem das nossas ideias. São acções que nos integram na sociedade. Agora essa colectividade nas ideologias religiosas tem preconceitos, nas políticas tem preconceitos, na pertença a diferentes grupos sociais tem preconceitos, na namorada(o) têm desejo, no carro têm inveja. No meio disto tudo, onde encaixam as NOSSAS ideias?
Em suma, a ciência ainda não alcançou uma resposta mensurável para a pergunta com que comecei este texto, mas o ser humano na sua evolução já há bastantes séculos que sabe a resposta. Boas ideias…
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Recordações Musicais (LCD SoundSystem)
Acordei, tomei o pequeno almoço e fumei um cigarro. Liguei o computador e esperei... Quando tinha acesso ao mundo virtual comecei por abrir a página da nova moda das redes sociais (facebook) não tinha nada de interessante :(
De seguida fui inspecionar o meu email no qual espero uma resposta que poderá alegrar estes últimos dias que têm sido frustrantes. Abri, ainda não tinha recebido a resposta. No entanto tinha outros emails. Um deles era da revista Blitz o assunto era o seguinte "As 500 melhores canções da década para o site http://pitchfork.com/". A primeira interrogação que me surgiu era que site é este? Fui à Wikipédia. Pelos vistos é uma publicação na internet que é dedicada à critica de música, muito consagrada no meio, pelo menos a nível da Internet. Depois de esclarecido, começei a ver a lista apresentada. Sem muita paciêncica para ver todos, passei logo para os 10 primeiros. A certa altura reparo numa cara familiar. Alguém que já não ouvia há algum tempo, mas alguém que com a sua criatividade musical conseguiu fascinar-me. Concretamente estou a falar da Banda "LCD SoundSystem" e o seu principal elemento James Murphy. A música All My Friends" ficou em segundo lugar na selecção da Pitchfork. Juntamente ao nome da música aparecia um vídeo referente à mesma no youtube. Visionei-o e de repente recordações musicais invadiram as minhas ideias. O passado manifestou-se em forma de recordação que em imagens mentais criaram a dualidade de já ter vivido o passado e agora viver o presente. Porque na altura que ouvi aquela música no passado, há minha volta ainda existiam pessoas que amava. No presente essas pessoas já não estão à minha volta... Foi um momento depressivo, mas depressa passou.
Fiquei mais contente por ter tido esta oportunidade de conviver com este meu amigo de longa data que me acompanhou nos melhores momentos da minha vida, mas também nos piores. Deve ser por estes momentos que a música ganha a relevância que todas as pessoas lhe dão: associar certas músicas a certos momentos que já aconteceram e que podem ter sido bons ou maus. Resumindo a música é um elemento da família que está sempre presente.
Para quem estiver interessado em poder ter uma experiência semelhante, aqui fica o link para o site da Blitz onde tem as 10 primeiras músicas da lista com os referentes vídeos. Boas recordações musicais....
sábado, 22 de agosto de 2009
The HydeTube
Nas minhas viagens pelo mundo virtual estou a descobrir uma série de mundos novos que conseguem transmitir a história da vida da humanidade e dos seus pormenores mais recalcados e esquecidos. Tem graça, esta minha ideia, porque até há bem pouco tempo vivia sozinho com as minhas ideias, com as minhas formas de ver o mundo. Eram ideias que agora consigo associar a narrativas em que apenas encaixam o meu ponto de vista. Porque todos nós temos uma visão do mundo, mais fechada, mais aberta, mais influenciadada, menos influenciada. mais ideológica, menos ideológica. Somos nós na nossa particulariedade.
Acerca disto fiquei fascinado com o projecto "The HydeTube". Não pela forma como o projecto está organizado e estrategicamente apresentado, mas sim pela possibilidade de perceber que as narrativas audiovisuais são uma forma de revelar o mundo e há pessoas que querem proclamar essa forte ideia. A variedade de estruturas cinematográficas que revelam o mundo único de cada criador é uma forma de expressividade singular que apenas consegue que um receptor tenha uma mensagem que é percepecionada e depois reflectida. A conclusão não é importante na forma em que o sentido é alcançado. Deve ser menosprezada, e dar importância à proxima história que vai passar e que vai revelar um ponto de vista da realidade, que não é mais nada do que uma particula dessa realidade.
Porque é o que diferencia este trabalho de outro que rapidamente associamos pelo nome daquele "youtube". Neste, temos nos vídeos que são colocados uma fonte aberta que não é filtrada e acabamos por ter visões do mundo mais artistiticamente pobres. No sentido que a exibição não é uma preocupaçao em entender a realidade, mas sim intregá-la nas novas modas que a atingem.
De alguma forma o The Hydetube também reflecte essa necessidade humana, mas pelo menos a exigência artistica da expressividade parece ser atingida por uma necessidade que todos temos, mas poucos pensam nela: a compreensão da realidade.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
A Vida me Ensinou
A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tira-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostra-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir;
Aprender com meus erros .
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças;
Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo,
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente,
Pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente,
Pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar; Ensinou-me a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Ensinou-me e vai-me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenho que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
JAZZ os Inícios - Charles Mingus
Charles Mingus - Biography
One of the most important figures in twentieth century American music, Charles Mingus was a virtuoso bass player, accomplished pianist, bandleader and composer. Born on a military base in Nogales, Arizona in 1922 and raised in Watts, California, his earliest musical influences came from the church-- choir and group singing-- and from "hearing Duke Ellington over the radio when [he] was eight years old." He studied double bass and composition in a formal way (five years with H. Rheinshagen, principal bassist of the New York Philharmonic, and compositional techniques with the legendary Lloyd Reese) while absorbing vernacular music from the great jazz masters, first-hand. His early professional experience, in the 40's, found him touring with bands like Louis Armstrong, Kid Ory and Lionel Hampton.
Eventually he settled in New York where he played and recorded with the leading musicians of the 1950's-- Charlie Parker, Miles Davis, Bud Powell, Art Tatum and Duke Ellington himself. One of the few bassists to do so, Mingus quickly developed as a leader of musicians. He was also an accomplished pianist who could have made a career playing that instrument. By the mid-50's he had formed his own publishing and recording companies to protect and document his growing repertoire of original music. He also founded the "Jazz Workshop," a group which enabled young composers to have their new works performed in concert and on recordings.
Mingus soon found himself at the forefront of the avant-garde. His recordings bear witness to the extraordinarily creative body of work that followed. They include: Pithecanthropus Erectus, The Clown, Tijuana Moods, Mingus Dynasty, Mingus Ah Um, The Black Saint and the Sinner Lady, Cumbia and Jazz Fusion, Let My Children Hear Music. He recorded over a hundred albums and wrote over three hundred scores.
Although he wrote his first concert piece, "Half-Mast Inhibition," when he was seventeen years old, it was not recorded until twenty years later by a 22-piece orchestra with Gunther Schuller conducting. It was the presentation of "Revelations" which combined jazz and classical idioms, at the 1955 Brandeis Festival of the Creative Arts, that established him as one of the foremost jazz composers of his day.
In 1971 Mingus was awarded the Slee Chair of Music and spent a semester teaching composition at the State University of New York at Buffalo. In the same year his autobiography, Beneath the Underdog, was published by Knopf. In 1972 it appeared in a Bantam paperback and was reissued after his death, in 1980, by Viking/Penguin and again by Pantheon Books, in 1991. In 1972 he also re-signed with Columbia Records. His music was performed frequently by ballet companies, and Alvin Ailey choreographed an hour program called "The Mingus Dances" during a 1972 collaboration with the Robert Joffrey Ballet Company.
He toured extensively throughout Europe, Japan, Canada, South America and the United States until the end of 1977 when he was diagnosed as having a rare nerve disease, Amyotropic Lateral Sclerosis. He was confined to a wheelchair, and although he was no longer able to write music on paper or compose at the piano, his last works were sung into a tape recorder.
From the 1960's until his death in 1979 at age 56, Mingus remained in the forefront of American music. When asked to comment on his accomplishments, Mingus said that his abilities as a bassist were the result of hard work but that his talent for composition came from God.
Mingus received grants from the National Endowment for the Arts, The Smithsonian Institute, and the Guggenheim Foundation (two grants). He also received an honorary degree from Brandeis and an award from Yale University. At a memorial following Mingus' death, Steve Schlesinger of the Guggenheim Foundation commented that Mingus was one of the few artists who received two grants and added: "I look forward to the day when we can transcend labels like jazz and acknowledge Charles Mingus as the major American composer that he is." The New Yorker wrote: "For sheer melodic and rhythmic and structural originality, his compositions may equal anything written in western music in the twentieth century."
He died in Mexico on January 5, 1979, and his ashes were scattered in the Ganges River in India. Both New York City and Washington, D.C. honored him posthumously with a "Charles Mingus Day."
After his death, the National Endowment for the Arts provided grants for a Mingus foundation called "Let My Children Hear Music" which catalogued all of Mingus' works. The microfilms of these works were then given to the Music Division of the New York Public Library where they are currently available for study and scholarship - a first for jazz. Repertory bands called the Mingus Dynasty, Mingus Orchestra and the Mingus Big Band continue to perform his music. Biographies of Charles Mingus include Mingus by Brian Priestley; Mingus/Mingus by Janet Coleman and Al Young and Myself When I Am Real, by Gene Santoro.
Mingus' masterwork, "Epitaph," a composition which is more than 4000 measures long and which requires two hours to perform, was discovered during the cataloguing process. With the help of a grant from the Ford Foundation, the score and instrumental parts were copied, and the piece itself was premiered by a 30-piece orchestra, conducted by Gunther Schuller, in a concert produced by Sue Mingus at Alice Tully Hall on June 3, 1989, ten years after Mingus' death.
The New Yorker wrote that "Epitaph" represents the first advance in jazz composition since Duke Ellington's "Black, Brown, and Beige," which was written in 1943. The New York Times said it ranked with the "most memorable jazz events of the decade." Convinced that it would never be performed in his lifetime, Mingus called his work "Epitaph," declaring that he wrote it "for my tombstone."
The Library of Congress was presented with the Charles Mingus Collection in 1993, including autographed manuscripts, photographs, literary manuscripts, correspondence, and tape recordings of interviews, broadcasts, recording sessions, and Mingus composing at the piano.
Reprinted from More than a Fake Book © 1991 Jazz Workshop, Inc.
Links to Additional Biographical and Historical Information on the Web
Library of Congress
An index to the holdings of the Charles Mingus Collection, Music Division of the Library of Congress.
http://www.loc.gov/performingarts/encyclopedia/collections/mingus.html
terça-feira, 21 de julho de 2009
Kasabian: 'I don't know if it's good or bad to be Mercury favourites' | News | NME.COM
Serge Pizzorno says the band's nomination came as a shock to him
Kasabian's Sergio Pizzorno has said he can't decide if it's good or bad to have been named the current favourite, along with Florence And The Machine, to win the Barclaycard Mercury Prize 2009.
Reacting to news that the band have been given odds of 5/1 to pick up the prize this September, Pizzorno told NME.COM he hadn’t even contemplated being nominated before this morning (July 21).
"I've never really thought about it before, and then someone rang us up and goes "You're nominated," and it's like "Yeah?! Nice one!"," he said.
"I think we're joint favourites aren’t we? I don’t know if that’s a good thing or a bad thing though… To be honest, if we can play there, at the ceremony, that would be nice."
Pizzorno also paid tribute to fellow nominees The Horrors, as well as other "NME-type" bands.
"That Horrors album's really good isn’t it?" he exclaimed. "I like the single they released, it's great. I'm glad they're in it [the nominations list]. The NME-type bands are sort of saving it a bit, do you know what I mean?!"
To listen to full interviews with acts nominated for the Barclaycard Mercury Prize 2009, tune into Chris Martin's show on NME Radio this evening, from 7pm to 11pm (BST).
Last year's Barclaycard Mercury Prize was won by Elbow.
Who do you think has missed out on this year's Barclaycard Mercury Prize? Have your say at the NME office blog now.
Plus read the NME's predictions for who will win the 2009 Barclaycard Mercury Prize now.
Reaprender
Nunca é fácil quando conhecemos uma pessoa. Principalmente se por essa pessoa começarmos a sentir sentimentos. É uma roda viva de emoções ...
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Quando temos o que queremos, Não damos valor. Quando não temos o queremos, Perdemos o equilíbrio e estamos desamparados. Somos como o ...
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No outro dia enquanto navegava na net, encontrei no BrainPickings referência a um livro que foi indicado lá como um dos mais importantes ...
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