terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Picasso's Guernica

O conceito:

The idea of creating a 3D version of an influential artwork came out of doing jigsaw puzzles of famous paintings. When you assemble a jigsaw, you study a painting in great detail and you become aware of the very lines, shapes and colors that the painting is composed of and how these elements merge to create a unified expression. Through the puzzle, you explore the artwork, examining details your eye might not have caught otherwise. Your experience of the painting is intense, aroused by the action of puzzling, but expanded and strengthened by your own fantasy.

This 3D rendering of Picasso's Guernica offers a similar experience. The actual spatial immersion into a painting is a powerful way to prompt contemplation of its many facets. My project is not only a creative piece of work on its own; it stands in a larger context. It provides the unusual opportunity to view the painting from a unique perspective, revealing aspects that would normally stay hidden from the casual viewer. When we discern the original painting in this three-dimensional reproduction, we recognize which features most significantly constitute the painting. Consequently this three-dimensional exploration of Picasso's Guernica is an innovative technique for comprehending and appreciating the original masterpiece.

My primary intention for the project was to create a provoking and deep contemplation of Pablo Picasso’s Guernica. Is my model a true reconstruction of the Picasso’s painting, or is it merely a rough re-visualization? Is it still Picasso’s art or has it, through my addition of third dimension, become something completely different? It is not my place to answer those questions nor to determine the relationship between my three-dimensional reproduction and the original painting. Perhaps this is a question best left in the hands of critics.

Os autores:

After growing up in Osnabrück, Germany, Lena finished a Bachelor in Computer Graphics at the University of Koblenz, Germany in 2004. With the support of a DAAD-scholarship she transferred to the University of Georgia, USA and there she completed a Master in 3D Computer Animation in May 2007. 'A 3D Exploration of Picasso's Guernica' was part of her thesis. Lena loves art and is quite a technical person as well and she is interested in projects that combine those two skill sets. But not only her academic and professional life have led to work like the Guernica animation but also her personal interest in history and politics. Furthermore intercultural learning has always played a major role in Lena’s life; so far she lived for a year in Malaysia, one in Italy and four years in the USA.

Cello
Christopher Johns recently completed a Masters degree in cello performance at the University of Georgia, while studying with David Starkweather. He served as a Graduate Assistant Director of the UGA Summer Music Camps, President of the Student Chapter of the American String Teachers Association, and as a cellist in the UGA Symphony and ARCO Chamber Orchestras, which performed in Carnegie Hall November of 2004. Johns began studying cello at the age of four under the instruction of Jennifer Frisina in Charlotte, NC. (...more)

Guitar
Born in San Jose, California, Matthew Anderson began serious guitar studies as a Presidential Scholar with Mr. John Sutherland at Georgia State University, where he graduated Summa Cum Laude with Distinction from the School of Music. He then continued studies with John Sutherland at the University of Georgia under the prestigious University-Wide Teaching Assistantship in the areas of guitar and music theory. Matthew has also performed in masterclasses with Paul O’Dette, Matteo Mela, Patrick Lui, and Christopher Parkening.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Emoção

Lêr significa a capacidade de durante algum tempo prestar atenção ao significado das palavras. A capacidade de concentração num tempo efémero e disposto a uma decisão. A opção de tentar descobrir o que ainda não sabemos e conhecer um outro ponto de vista sobre a realidade. Podemos lêr da maneira tradicional, em papel borrado de tinta de um livro que compramos numa livraria que encontramos por acaso, ou então é a que temos por referência. Ou então preferimos a comodidade do lar e compramos o livro num site da internet. Ou até somos mais liberais e tentamos descarregar o livro pelo mesmo meio, mas sem fazer qualquer transação financeira sobre o mesmo. De qualquer das formas a razão é sempre a mesma: a curiosidade sobre um determinado assunto qualquer e queremos encontrar naquele medium a amplificação do nosso conhecimento sobre mensagens que estão um pouco ruidosas e como receptores estamos com dificuldades na sua compreensão. Então tentamos ficar mais esclarecidos pelos emissores que melhor comunicam o sentido do signo pela leitura, embora nos dias de hoje também haja possibilidade de lêr pelo ouvido: Audiobooks.

Mas muitas vezes nas leituras que efectuamos não ficamos condicionados apenas a um novo conhecimento sobre um determinado assunto. Muitas vezes podemos encontrar numa leitura mensagens que apenas complementam  a linearidade que deve obedecer à construção de um raciocínio . A estrutura de construção de uma obra especializada sobre um tema envolve a implementação de outros temas que se relacionam com o tema central. Foi isto que me aconteceu quando procedia à leitura de um livro sobre a emoção interactiva presente nos artefactos virtuais, nomeadamente os videos jogos e como estes utilizam a linguagem cinematográfica para causar momentos emocionais num experienciador, vulgo telespectador. Encontrei naquelas palavras uma dúvida existencialista que me fizeram interrogar sobre a crença humana e como ela pode ser enganosa se não estivermos contantemente em prevenção a vigilância epistemológica: A frase é de Descartes (1641).

" Mas eu persuadi-me de que não havia nada no mundo, que não havia céu nenhum, nenhuma terra, nenhuns espíritos, nem nenhuns corpos; não me terei por isso persuadido de que também eu não existia? De modo algum! Se fui capaz de me persuadir de alguma coisa,  existia com certeza. Mas há um enganador, não sei qual, muito poderoso e muito astuto, que emprega todo o seu engenho em me enganar. Não há dúvida de que eu existo, se ele me engana; e que me engane quanto queira, nunca conseguirá que eu seja nada, enquanto eu pensar que sou alguma coisa (...) Eu sou uma coisa que pensa, isto é, que duvida, que afirma , que nega, que quer, que não quer, que imagina,e que sente"

sábado, 16 de janeiro de 2010

Como o tempo passa.


Esta fotografia de Osama Bin Laden é demonstrativa de como o tempo passa na sua natural existência. Até um dos homens que consideram ser um dos maiores inimigos da humanidade vai perdendo anos de vida. É engraçado como as imagens conseguem guardar momentos em fragmentos imóveis, mas que em conjunto dão a sensação de velocidade e acontecimentos ocorrido no passado. Este é símbolo do 11 de Setembro. O objecto que significa aquilo no que o mundo se transformou com a queda das torres Gémeas. Um homem procurado que tem que viver na sombra e escondido, mas que envolto numa rede terrorista vai provocando o caos pelo mundo, pelo menos é isto que dizem os media. Mas a questão do sentido da fotografia é como demonstra virtualmente a passagem do tempo e como as coisas se transformam e mudam. Esta metamorfose inata é a resposta daqueles que se interrogam do que vai acontecer a Bin Laden: um dia ele vai morrer, nem que seja apenas pelo fim da sua existência Homo Sapiens.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Certo dia andava eu a vaguear pelas ruas da amargura. A delirar com pensamentos que já não eram apenas pensamentos. Eram penosas imagens mentais que esvoaçavam a cobardia de actos mal pensados. Era um caminhar, quase correr, quase a saltar.
De repente parei naquele passeio e vi um objecto. Não tinha cor, não tinha aura. Era negro, como a própria cor com esse nome. Não manifestava vida. E assustou-me. Assustado agarrei-me aos pensamentos e pensava que estava a delirar. Eram os pensamentos a transformar. Forma a seguir a forma, os pensamentos não paravam de se transformar. Cobardes, não tinham piedade. Para eles a batalha tinha que ser ganha a todo o custo. Misericórdia era uma palavra que não conheciam, que não faz parte do seu dicionário. Num estado de quase loucura, o estranho objecto veio ter comigo. Sem falar, soprou e os ventos que provocou limparam a minha consciência dos pensamentos. Muitas batalhas foram perdidas, mas a vitória no fim foi minha.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Relax

O que comunica este vídeo? Não sei... Mas é um trabalho interessante elaborado no Aftereffects.

Relax from Rami Lob on Vimeo.

Experimental Video made with After Effects, Trapcode Particular, Sound Keys

Music Credit:

Artist: Olafur Arnalds
Album: Variations of Static
Track: Fok

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ERIC ROHMER, 1920-2010


Faleceu Eric Rohmer.

http://www.criterion.com/current/posts/1347



The Godfather

Apenas uma frase acerca deste filme: "Por detrás de toda a fortuna, há sempre um crime", Balzac.

Nexus One

A Google lançou a semana passada o seu telemóvel: o Nexus One. Já há algum tempo que estava ao corrente do lançamento desta tecnologia móvel que vai funcionar com o sistema operativo Android também desenvolvido por aquela empresa Americana. Para já o produto vai abranger o mercado norte-americano com a operadora móvel T-Mobile, mas futuramente vai ser lançado na Europa, nomeadamente pela Vodafone. O sistema Android funciona noutros telemóveis, nomeadamente no HTC Hero. Fica de seguida um vídeo que explica sucintamente as potencialidades do Nexus One.


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

AVATAR


Por onde começar? Foi esta a pergunta que fiz a mim mesmo quando acabei de ver o filme AVATAR de James Cameron. O filme começa com um ritmo lento e vai envolvendo-nos em emoção até ao climax, momento em que eu senti um "arrepio na espinha". O argumento da história não é nada de magnífico, pelo menos que considere interessante do meu ponto de vista. Cameron gosta de aproveitar grandes novelas românticas para captar a atenção do espectador, já o tinha mostrado em Titanic. Neste caso, o amor surge entre um ser humano e uma Na´Vi. Uma coisa eu noto nos filmes de James Cameron o homem sabe contar histórias que são capazes de emocionar o mais impenetrável coração. Cameron também se distingue pelo perfeccionismo que exige e demonstra em todas em suas obras, no entanto ele não se considera um perfeccionista. Nas palavras de Cameron:

“People call me a perfectionist, but I'm not. I'm a rightist. I do something until it's right, and then I move on to the next thing.”

JAMES CAMERON

Avatar é um mundo fantástico e utópico criado na mente de James Cameron. Na minha opinião a qualidade do filme distingue-se apenas por duas razões. A primeira é a tecnica com que foi produzido ao nível dos efeitos especiais em que Cameron e a sua equipa utilizaram um sistema de câmara virtual que permite durante a rodagem com os actores ver em tempo real as suas performances já incrustadas nos cenários Computer-generated imagery (CGI), ajustando as cenas, os actores e a câmara em função dos seus objectivos. A segunda é a beleza visual que ele conseguiu pintar em quadros animados em personagens que parecem saídas dos animais e humanos que, depois de uma evolução de séculos vão habitar o planeta terra . Assim em jeito de memória ficam de seguida as imagens que me impressionaram:








Para poder ver ainda mais fotos e com melhor qualidade seguir o link: http://www.flickr.com/photos/officialavatarmovie/

domingo, 3 de janeiro de 2010

300

O Homem sempre teve necessidade de ter crença nos mitos e lendas do passado. É uma forma de se sentir seguro. De acreditar que talvez aí tenha estado a origem da razão de ele se poder sentir mais seguro. Toda a mitologia grega sempre foi constituída pelo fantástico. O melhor exemplo que temos são as obras de Homero, nomeadamente a epopeia de Ilíada. Obra que sobreviveu milhares de anos e conseguiu conquistar milhares de adeptos. Os gregos sempre tiveram uma influência sobre a Humanidade. Além de lhes fornecerem as pedras basilares da democracia, também encheram o seu pensamento com o fantástico e conseguiram criar a ciência das ciências: a Filosofia.
O filme 300 tem a marca da mitologia grega elevada ao fantástico de Homero fundamentando as bases de toda a democracia agregado nos principais valores filosóficos.

Reaprender

 Nunca é fácil quando conhecemos uma pessoa. Principalmente se por essa pessoa começarmos a sentir sentimentos.  É uma roda viva de emoções ...