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terça-feira, 15 de junho de 2010

O que existe, mas não se vê.

Trago aqui um vídeo interessante que de alguma forma se encaixa naquilo que considero de pensamento audiovisual. Realizado por Timo  é um vídeo que realmente descreve o mundo actual que vivemos. Nos dias de hoje as grandes metrópoles e não só, não são apenas constituídas por edifícios e infraestruturas de cimento e ferro. No dias de hoje, e graças à evolução da tecnologia, nomeadamente  nos meios de comunicação móveis, os espaços onde os humanos vivem são compostos por mais um elemento que por sinal é invisível ao seu olho, mas no entanto representa um papel fundamental na questão de sociabilidade. Por isso estas palavras que o autor descreve o projecto não sejam tão insensatas como parecem. : 

"Utopian and radical architects in the 1960s predicted that cities in the future would not only be made of brick and mortar, but also defined by bits and flows of information. The urban dweller would become a nomad who inhabits a space in constant flux, mutating in real time. Their vision has taken on new meaning in an age when information networks rule over many of the city's functions, and define our experiences as much as the physical infrastructures, while mobile technologies transform our sense of time and of space."


Realmente o espaço das grandes cidades estão a ser ocupadas por círculos de bits e fluxos de informação (Wireless) que estão a transformar o nosso sentido de tempo e espaço. Um sentido que no preciso momento está a ser reformulado em novos significados de tempo e espaço. O vídeo que se segue talvez seja uma aproximação visual a essa realidade.






quinta-feira, 20 de maio de 2010

Quando a arte encontra a cidade.

Mais um excelente trabalho que trago aqui. Desta vez de Jopsu Ramu da Musuta Ltd. As imagens em movimento levam-nos numa viagem que passa por três dimensões que nos podem levar a uma quarta nos elementos naturais e arquitecturais que formam a totalidade visual de uma paisagem urbana. O vídeo é descrito pelos seus autores como: 
Urban Abstract is a journey across urban space that unfolds in forty, 5 second parts. The journey, in one, two and three dimensions, is a bit like abstract surfing in which the original destination is only reached after a number of seemingly random yet linked detours occur. Points , lines, planes and other abstract elements create a journey through an Urban Abstract. The space between things is as important as intended space, perhaps creating a fourth dimension. Meaningful shapes and purposes occur in this dimension's reality as well. The concept of negative space has meaning here.
 

Look at me

Trago aqui um interessante ponto de vista sobre a caixa que mudou o mundo. O vídeo merece toda a nossa atenção e focalização. A questão está no papel que a televisão tem na sociedade que vivemos e de que forma não podemos passar sem ela. É uma questão de dizer que levanta um pensamento pela forma audiovisual. Feito por Beth Fulton que descreve a sua obra da seguinte forma:
The inspiration of this video comes from Todd Alcott's poem, Television. I own no rights to his reading of the poem and intend only to share my own personal interpretation.


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Queres livrar-te da tua SocialNetwork?

Então segue a recomendação do vídeo que a seguir é apresentado:


WEB 2.0 Suicide Machine Promotion from moddr_ on Vimeo.

Como comparação deixo este artigo que nos fala sobre a possibilidade de o Google nos deixar estúpidos. Mas a verdade é que foi graças a esse motor de busca que descobri o artigo em 0,02 s. Dá que pensar?

O Google cumpre no próximo mês o seu décimo aniversário e um pouco por todo o mundo os media preparam-se para dedicar alguma atenção extra a este jovem gigante californiano.

A edição de amanhã do Expresso dedica duas páginas ao Google, tendo por mote a excelente e provocativa pergunta de Nicholas Carr na The Atlantic de Junho último.
Carr argumenta que o Google, a internet e as novas tecnologias estão a mudar significativamente a forma como interagimos com a informação e que isso poderá ter consequências a prazo na nossa capacidade de adquirir, ler e processar a informação.
Ao facilitar o acesso à informação o Google estimula à leitura por cima e à preguiça mental. A capacidade de concentração dos utilizadores da web está a diminuir e Carr vê nisso uma das causas para o sucesso dos artigos ligeiros e ilustrados na imprensa e blogs mas sem real valor. O Google, prossegue, tem todo o interesse neste padrão pois quanto menor for o valor da informação maior a sua importância enquanto intermediário de acesso.
Estará o Google a tornar-nos estúpidos? Carr faz o seu próprio contraditório no artigo. No passado, em múltiplas instâncias (invenção da imprensa, rádio, tv) os intelectuais alertaram para o potencial estupidificante das novas invenções. A espécie humana, diz, adaptar-se-á.
A nova geração, nativa da internet, estará muito melhor preparada que nós para lidar com o excesso de informação e filtrar a mais relevante.
Ao argumentar que a evolução tecnológica está a diminuir a nossa capacidade para ler livros e artigos a fundo parece esquecer que a esmagadora maioria da população não lê livros nem jornais. E, para crédito da internet, esta camada da população que tinha como fontes a revista Maria e a astróloga Maya pode agora aceder a um vasto mundo de informação. E alguns até o fazem…
Carr alega que empresas como o Google têm todo o interesse em promover esta mudança porque dela beneficiam financeiramente. Não sendo mentira parece-me manifestamente exagerado dizer que o Google tenha capacidade para promover mudanças a este nível.
O Google limitou-se a responder às necessidades dos utilizadores promovidas por uma mudança nos nossos hábitos. Não só não acredito que o Google (ou qualquer outra empresa) tenha sobre esta qualquer influência como tendo a concordar que o próprio Google está à mercê de um novo paradigma.
Então, o que é que o Google tem a ver com isto? É comum dizer-se que a tv estupidifica mas a ninguém se ouve dizer que “a Sic faz-te estúpido”. Então porquê o Google, quando o seu “share” na internet é muito inferior ao de uma estação de tv?
A resposta é óbvia. Se Carr não utilizasse o Google como exemplo e como título teria, na melhor das hipóteses, um décimo das reacções que o artigo gerou. Só no tecnorati são já quase 2200 reacções. O Google vende.


(from: http://www.marketingdebusca.com/artigo/esta-google-tornar-nos-estupidos/)

Depois de alguns dias de ter publicado este post. Descobri na revista Time um artigo que fala sobre este software que serve para nos suicidar virtualmente. Entre as redes sociais o serviço não foi bem recebido, mas parece que já teve algum sucesso entre os utilizadores. Segue o artigo abaixo.

Need to disappear from Facebook or Twitter? Now you can scrub yourself from the Internet with Web 2.0 Suicide Machine, a nifty service that purges your online presence from these all-consuming social networks. Since its Dec. 19 launch, Suicide Machine has assisted more than 1,000 virtual deaths, severing more than 80,500 friendships on Facebook and removing some 276,000 tweets from Twitter.

Once you hand over your log-in details and click Commit, the program will methodically delete your info — Twitter tweets, MySpace contacts, Facebook friends, LinkedIn connections — much like users could do manually. What remains is a brittle cyberskeleton: a profile with no data. Users seem to love it. Testimonials range from joyous farewells ("Goodbye, cruel world!") to good-riddance denouements ("Thank you, microblogging. You are, in fact, totally useless"). Suicide Machine is so popular that thousands of people are waiting their turn for their own cyberoffing. "Our server is so busy handling the requests," says Suicide Machine co-creator Walter Langelaar.
(See the 50 best websites of 2009.)

But be warned: As in life, resurrection is impossible. Going through the process means that your Web doppelgänger will croak for good. When it does, you'll receive a cybermemorial on the site. RIP, 2.0. We'll miss you.

What appeals to many of the site's boosters is the simplicity of the exit. When trying to close an online account, users are often asked to fill out a questionnaire. More important, their information and connections aren't then erased; they're just unpublished. By deleting all your data, Suicide Machine says, your private information is snuffed out on website servers.
(See the top 10 Facebook stories of 2009.)

Not everyone thinks the proposition is so cool. The uptick in social suicides has put Facebook in a tizzy. In an e-mail to Suicide Machine's founders — Langelaar, 32; Gordan Savicic, 30; and Danya Vasiliev, 31 — Facebook demanded that they "cease this activity immediately," citing a violation of users' privacy. But the founders disagree, saying users voluntarily hand over their log-in details. Though Facebook blocked Suicide Machine from accessing its site earlier this month, Suicide Machine's creators, and the suicides, are continuing. "Compared to the more than 350 million users [on Facebook], we think deleting a few hundred is not very impressive," says Langelaar. "But they picked up on it as a potential threat." LinkedIn, MySpace and Twitter have not yet publicly responded.
(See a story on Foursquare's social-networking twist.)



segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Como Fazer um Avatar

Descobri no Vimeo este vídeo fantástico de Peter Ammentrop Lund que decidiu fazer o seu próprio Avatar depois de vêr o filme de James Cameron. Um trabalho excelentemente executado com recurso ao Photoshop.

Reaprender

 Nunca é fácil quando conhecemos uma pessoa. Principalmente se por essa pessoa começarmos a sentir sentimentos.  É uma roda viva de emoções ...