terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Não somos estranhos.




Nos encontros que vou tendo, muitos são aqueles que são apenas estranhos de passagem pelas ruas, pelo metro, pelo autocarro, pelo metro, pelo avião, pelo comboio. Entre muitos outros contextos.
Mas na verdade pergunto-me neste momento se essas pessoas serão mesmo estranhas? 
Não existirá nada nelas que eu possa conhecer?
Uma pessoa amiga. 
Um colega de infância. 
Um momento de felicidade parecido. 
Um momento de tristeza semelhante. 
Sentimentos em comum. 
Gostos em comum. 
No fundo, acho que todos nós temos um pouco de cada um dentro de nós. 
Não somos um organismo em que as células vivem isoladamente. 
Somos um organismo, que organizado no sentido literal da palavra, contribuímos - muito ou pouco - para a sobrevivência de cada um. 
Eu sem ti não sou nada. 
Tu sem mim não és nada. 
Eles sem elas não são nada. 
Elas sem eles não são nada.
Em conclusão somos um todo, formado por biliões. 
Podemos não os conhecer a todos, mas da próxima vez que passares por alguém que de alguma forma te faça sentir preconceituoso, lembra-te que essa pessoa tem sempre algo a ver contigo. 
Seja em que vertente for...




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