domingo, 10 de novembro de 2013

Ser eu.

Cemitério Judeu em Cracóvia. 



Na resiliência de existir, são muitos o momentos em que pensamos o que vivemos ontem e como será o amanhã?
Isto ocorre principalmente nos momentos mais complicados que cada um de nós passa por diversas razões, que alguns escondem dos outros, como quem esconde dinheiro debaixo do colchão.  
Isto é, muitas vezes as pessoas sabem dos nossos problemas, mas coexistem connosco, como se nada soubessem.
Este é o lado mais interessante do ser humano... 
Por outras palavras, existe o amigo que só é nosso amigo porque tem interesse nesse sentido.
Existe a esposa que só é esposa porque tem interesse financeiro nessa relação.
Existe o amigo do amigo que é amigo apenas por que no final do mês entra mais dinheiro na conta bancária de alguém que não é ninguém.
Podia, mas não falo, de política desses cambada de charlatães que prometem e nunca cumprem.
No fundo, considero que a culpa é mais do povo que não ordena, do que deles particularmente.
Não sou exemplo para ninguém e também tenho as minhas falhas, mas algo me faz pensar numa questão muito simples!
Posso ser diferente, posso tentar ser diferente. Até mesmo posso conseguir ser diferente. Com isso até ser original, e por essa razão ser odiado.
Mas não foi o diabo que me fez vir ao mundo, ser como sou e ter as falhas que tenho. 
Isso tudo analisado daria pano para mangas do Adamastor.
Sou o que sou, não escolhi ser.
E principalmente não nasci pré-programado para ser um ser perfeito. 
Sou português, e isso quer dizer que faço parte de uma cultura.
A partir daí muito teria para dizer, mas prefiro o silêncio.
Porque para perturbações, bastam os meus pensamentos. 
Como se diz em inglês: "be yourself and the rest don't give a fuck"...

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